Paolo Rossi, o carrasco simpático.

Por Walber Guimarães Junior, engenheiro civil e diretor da CIA FM.



1982. O mundo se curvava, de novo, à magia do futebol brasileiro. Com Telê no comando, a seleção passeava e o título era questão de tempo.

Mais que isto, aquela time era a reedição do futebol arte. O mundo, desde 70, não via algo igual.

Eu ainda morava em Brasília e, como boa parte dos brasileiros, planejamos assistir o jogo mas já organizados para a comemoração. Fui assistir com os primos na 303 Sul, mais próximo das comemorações tradicionais lá na Beirute, na 507.

Eles abriram o placar. Sem problemas, empatamos logo depois.

Um erro histórico do Cerezo e o cara faz o segundo.

Mas a seleção era demais, empata em um golaço que comemorei mais que a virada contra o Uruguai em 70 mas, sempre ele, Paolo Rossi, no final, marca o terceiro.

Três dele. Filho da mãe!

Mas era craque e quem gosta de futebol respeita craque.

Foi a maior frustração esportiva do Brasil, desde 50 e até a Alemanha.

O Paolo morreu esta semana e nos fez relembra da tragédia de Sarriá.

Quase 40 anos depois, estamos revivendo resenhas da época.

De minha parte, ainda insisto, se tivesse Pelé, seria o melhor time da história.

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