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Heitor: sinônimo de esperança

Atualizado: Mar 11

Por Ana Floripes - Professora




Heitor saindo da UTI depois de vários dias internado. (Foto: Divulgação)



Um ano se passou e ainda não acreditamos que o mundo foi abatido por um vírus terrível e invisível. A contaminação é muito rápida e estamos vivendo diariamente com os sentimentos do medo e da impotência. A diferença é que no ano passado tínhamos as informações sobre o nível de contágio em outros países. Para muitos, parecia tudo muito distante e muitas pessoas continuaram vivendo como se aquela realidade nunca fosse chegar até nós. Ou seja, indiferentes! Pois bem, de repente, ouvíamos falar dos riscos de colapso da área da saúde nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Amazonas. Todavia, grande parte das pessoas continuou com a falsa impressão de que a realidade não estava próxima de nosso estado, talvez se chegasse até nós seria diferente.


Houve um ano para aprendermos a seguir os protocolos, mas o vírus, infelizmente, foi misturado junto a nossa maior calamidade, a politicagem. Ou seja, muitas experiências de outros lugares: erros e acertos não serviram para aprendermos. Então, a aprendizagem esperada, não ocorreu de forma significativa.


O Paraná, nesse momento, encontra-se numa situação difícil, são quase 1.300 pessoas, esperando por uma vaga em leitos hospitalares. O coração fica apertado ao imaginar a cena. Essa, gera angústia, porque sabemos um pouco sobre os sentimentos das pessoas que contraíram a COVID-19 e aguardam o momento de serem atendidas. Os familiares, alguns desesperados, pedem oração e também esperam em aflição.


Ultimamente, temos visto muitos rostos conhecidos, em sofrimento. Eles têm sido compartilhados nas Redes Sociais e vários apresentando mensagens de despedidas de seus entes queridos. Foi nesse cenário, que encontramos pedidos de oração para uma família que se contaminou com o vírus.


Tenho um amigo no Facebook e naquele momento fiquei sabendo que é avô de dois estudantes de nossa escola: Heitor e Yasmin. No momento, em que vi um dos rostinhos, minhas memórias viajaram para dentro de uma sala de aula no Colégio Estadual Igléa Grollmann – EFM, Cianorte-PR. Busquei em minha memória e veio a imagem de um garoto lindo, quietinho, estudioso, extremamente educado, solidário, de sorriso tímido, mas como diz meu amigo Professor Natal: “Professora Ana, ele é ferinha em Matemática”.


No início de março, a ferinha da Matemática, Heitor Nobre Barela foi internado na UTI do Hospital Bom Samaritano de Maringá. Hoje nossos corações se alegraram ao ver sua imagem, indo para o quarto. Junto com ele na imagem, anjos em forma de seres humanos, isto é, alguns dos profissionais da área da saúde que se dedicaram exaustivamente para salvar sua vida e de tantas outras e continuam, todos os dias. Muitos estão afastados de seus lares como precaução. Enquanto isso, permanecem firmes protegendo os amores de inúmeras famílias.




Em tempos de pandemia, todos os gestos fazem a diferença. Aos que dedicam sua vida para cuidar de muitas outras, para aqueles que transformam dor em sorrisos, palavras em esperança: gratidão aos Profissionais da Área da Saúde.

Cuidem de nossas crianças

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