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Ex-presidente da Pfizer Brasil presta depoimento esclarecedor à CPI da Covid

Por Paulo Tertulino - Blogueiro


Ao contrário de outros depoimentos, que tropeçaram nas palavras, forneceram dados inconsistentes e não conseguiram disfarçar o nervosismo, o ex-presidente da Pfizer Brasil, Carlos Murillo manteve a tranquilidade o tempo todo e estava municiado de informações detalhadas sobre as negociações da farmacêutica com o Governo Brasileiro.


De tão detalhista, o executivo teve que ser contido por diversas vezes para que o depoimento não se alongasse por demais. Levou datas das reuniões que teve com representantes do Governo, citou nomes de todas as pessoas que participaram dessas reuniões e detalhou as três propostas para fornecimento, por trimestre até o final de 2021, em um total de 100 milhões de doses.


Todo este cronograma atrasou, afirmou ele, por que o Governo demorou por meio da Anvisa de bater o martelo na compra dos imunizantes. Murillo declarou que a Pfizer não forçou a venda de vacinas ao Brasil – cada dose ao custo de 12 dólares – e que não exigiu pagamento antecipado antes da entrega de acordo estabelecido em contrato. Afirmou ainda, que nenhum membro do Governo pediu propina para acelerar o processo.


Resumo da ópera – O Governo brasileiro simplesmente demorou para firmar o contrato de compra da vacina Pfizer. A íntegra do depoimento está disponível no site no Senado Federal. Preferi assistir ao vivo.




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