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Eleições ou guerra em 22?

Por Walber Guimarães Junior, engenheiro civil e diretor da CIA FM.


Os números, de acordo com a pesquisa mais atual, não chegam a cravar uma polarização (Bolsonaro, 31; Lula, 21; Moro, 10; Ciro, 9; Hulk, 7; Dória, 4; Amoedo, 2; Marina,1) e falta ainda muito tempo. A questão é que todos os debates, e boa parte das mentes dos brasileiros está, desde já, focada no clássico ponta direita x ponta esquerda e isto, certamente, vai inibir o debate e a visibilidade das demais alternativas.

A pesquisa informa ainda que as diferenças para um eventual segundo turno deixam quase todas as disputas em aberto, mesmo com candidatos com baixa densidade eleitoral, no momento, as margens para o segundo turno estão dentro das margens de erro, simplesmente porque as rejeições dos primeiros é muito elevada. A disputa entre Jair e Lula é imprevisível mas, caso o centro consiga escalar alguém no segundo turno, este adversário seria ainda mais difícil para qualquer um dos dois.

Ao avaliar o teto de 55 a 60%, máximo que atingem em função da rejeição superior a 40%, verificamos que um candidato diferente começa o segundo turno com potencial mínimo de 40%, logo muito competitivo.

Portanto, é lícito concluir que uma improvável união de centro o torna competitivo, perto do favoritismo para 22. Pode acontecer? Este é o problema. Isto não está no horizonte dos brasileiros.

Metade deles, em partes diferentes, já entraram em campo defendendo seu preferido e a outra metade se prepara muito mais para saber em que buraco se joga do que em cavar uma nova trincheira.

É fato. Será uma eleição muito disputada mas o cenário será muito mais de guerra eleitoral.

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