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Educação inclusiva na prática

Por Ana Floripes - Professora



Formatura Turma 2017 - Colégio Estadual Igléa Grollmann - EFM.



No ano de 1994, houve a elaboração da Declaração de Salamanca, na Espanha. Ela apresenta princípios de que as escolas e seus projetos pedagógicos devem se adequar às necessidades dos estudantes, tendo como base o artigo 11: “O planejamento educativo elaborado pelos governos deverá concentrar-se na educação para todas as pessoas e em todas as condições econômicas, através de escolas públicas e privadas”. Desse modo, uma escola que segue os princípios da inclusão deve ter como principal função, a promoção da APRENDIZAGEM e CONVIVÊNCIA entre as pessoas com ou sem deficiência. Tem 28 anos que atuo na área da Educação Especial, há 27 anos, pensava: “Como seria possível colocar os princípios da Declaração de Salamanca em prática, tendo em vista, a desigualdade social, a discriminação, preconceito e exclusão social?”


Durante todos esses anos, a educação enquanto sistema, não evoluiu muito em termos de valorização. Mas, hoje posso compreender um pouco, na prática, sobre alguns dos princípios da Declaração de Salamanca. Ao olhar para trás vejo muitas cenas negativas e positivas. Vejo preconceito! Tivemos que aprender a conviver com ele e a combatê-lo diariamente, como se estivéssemos numa arena. Por defendermos a ideia de que as crianças devem crescer juntas, também somos alvo de preconceito. Ademais, vejo solidariedade e empatia!


Mas, hoje posso falar de algumas situações práticas da Declaração de Salamanca, uma das frases ouvidas no ano de 2015: “Professora Ana, o aluno da outra turma me perguntou se tinha uma aluna com deficiência em nossa turma. Eu respondi que não. Quando entrei na sala, lembrei que talvez tivesse falando da Maria Clara (síndrome de Down). Estamos acostumados a conviver com ela que a síndrome ficou num segundo plano. Nem me lembrei.” Bruno.




Notícias de ex-estudantes do Colégio Estadual Igléa Grollmann - EFM - Muitas mãos e corações na tarefa


Maria Wolf
Andressa Naiara Moreno Simonato
Tales Mateus e Luan (Autismo) estudam na FACEC

Roberto Gumiero Junior


Gratidão por toda a aprendizagem proporcionada



No Brasil, a cada quatro ou oito anos, a politicagem coloca a educação no balcão de negociação. O imediatismo atropela e só destrói o futuro. Depois, terceira-se a culpa do fracasso na conta dos professores.


O exemplo prático citado é cultura. Ou seja, ela é tudo aquilo que sobrevive ao tempo, permanece viva devido aos valores do passado e preserva o costume no futuro.


#respeito

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