CPI DA COVID; CAPÍTULO 1 DA SUCESSÃO.

Por Walber Guimarães Junior, engenheiro e diretor da CIA FM.


Todo mundo já ouviu falar que se sabe como começa uma CPI mas nunca se imagina como ela acaba. Incontestável.

Imagine quando o tema é mais polêmico e complexo das últimas décadas, a um ano das eleições e com quase todos os números flutuando em função da ação ou inércia dos personagens em relação ao combate à pandemia.

O chão vai tremer em Brasília. Aparentemente, o governo federal é quem mais teme, já que as investigações apontam as baterias, inicialmente, em sua direção mas, depois do início, tudo é imprevisível.

Mandeta, até porque vai depor, terá seu veredito final; será protagonista ou coadjuvante no teatro político em função de sua atuação neste ensaio. Bolsonaro e Dória serão julgados e poderão ter variações trágicas em suas curvas de aprovação e rejeição.

Como a regra ainda é ficar em casa, a audiência será ainda maior.

Esteja certo; o tabuleiro político terá novo desenho depois da CPI, algumas peças estarão alijadas do jogo e outras ainda jogando mais apenas esperando o xeque mate em 22.

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