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Com altas no gás de cozinha mais de 26% das famílias migraram para fogão a lenha

Por Paulo Tertulino - Blogueiro


Com a pandemia aumentou em muito o número de desempregados no País. Muita gente passou a sobreviver de bicos. Ou então depender de auxílios emergenciais do Governo Federal, estados e municípios. Com a drástica queda na renda a mudança de hábitos tornou-se inevitável.


Chegou na geladeira e por consequência na cozinha. Os tradicionais almoços em família dominicais com o tradicional churrasquinho estão se tornando menos frequentes.


A comodidade de preparar os alimentos no fogão à gás ficou mais difícil para mais de 26% das famílias brasileiras. É o que revela dado de um levantamento feito pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), conforme revela reportagem publicada em O Globo neste domingo (19).


Desta forma a opção mais em conta está sendo o fogão a lenha. Quem não tem está improvisando. Restos de madeira se encontra nas ruas ou terrenos baldios. Mas atenção: É preciso ter cuidado ao recorrer a este recurso energético.


O fogão precisa ser construído ou improvisando em lugar seguro para não oferecer risco para crianças pequenas, animais domésticos e até mesmo para residência ou apartamento.


Quando ao gás de cozinha, cresce o número de revendedores que parcelam no cartão de crédito ou mesmo marcando na caderneta se a pessoa for cliente fiel a determinada marca.


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