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Bolsonaro se atrapalha sozinho e não vence resistências.

Por Walber Guimarães Junior, engenheiro civil e diretor da CIA FM.

Quando a gente não quer complicar, algumas vezes, já é difícil e, quando não medimos nossas ações, tudo pode se tornar mais complexo.

Vejam o caso de 13º do Bolsa Família de 2020. No ano passado, com muito mérito, o governo concedeu mediante medida provisória autorizada pela Câmara, neste ano, todavia, por razões mais que justas, o volume de recursos disponíveis foi deslocado para o auxílio emergencial, fato que praticamente todo mundo elogia e aprova.

Mas, exatamente nisto reside o problema, por orientação e pedido da liderança do governo, confirmada esta semana, o Executivo pediu que a Câmara deixasse vencer o prazo, caducar no jargão parlamentar. Excelente postura de todos de compreensão da situação nacional.

Todavia, Bolsonaro, jogando para a plateia, no início da semana, chamou o presidente da Câmara Rodrigo Maia de mentiroso e culpado por deixar os brasileiros do bolsa família sem este recurso.

Muito mais que o Maia, os fatos atestam que o presidente mente, de maneira irresponsável e desnecessária. Criado o mal estar, o líder do governo confirmou que o pedido para não votar foi do governo e, além disto, o Ministro Guedes declarou que isto era imprescindível porque o governo não teria dinheiro para cumprir este compromisso principalmente porque o presidente queria estender aos Beneficiários da prestação continuada.

Pra que isto? Jogar para a plateia no século passado, quando a informação fluía em carro a vapor, já era reprovável, agora, na Era Digital, onde a transparência das ações se escancara em segundos, é deprimente.

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