BOLSONARO, A ESPERANÇA DO BRASIL HONESTO

Por Marco Antônio de Paula Franco


O ano de 2021 está começando e as esperanças estão se renovando.


Ainda em pandemia, as esperanças têm mais dificuldades de se renovarem, mas se renovam.


Afinal, são ou não são esperanças?


Confesso que não entendo a cabeça de certas pessoas que questionam Bolsonaro – a mídia não me surpreende porque ela quer voltar a nadar nos bilhões que Bolsonaro deixou de dar-lhe do nosso dinheiro.


Eu digo que não entendo essas pessoas porque não se trata de terem ou não razão.


A razão não está em discussão.


A capacidade não está em discussão.


Certa vez li um sábio dizendo que quando você não enxerga o que há atrás do poste você tem duas alternativas: ou derruba o poste, ou dá um passo para qualquer dos lados...


Eu sei que a maioria dessas pessoas deixou de mamar em alguma teta do Lula, ou torce para o bandido no final do bang-bang, ou simplesmente ama a desgraça alheia.


Mas há, excluído esses inimigos da pátria, uma pequena quantidade de brasileiros questionando, tentando um entendimento, enfim tentando firmar uma posição.


Eu digo prá vocês que a única questão que há no Brasil para destravá-lo, livrá-lo de todo o mal-amém é o plebiscito da honestidade ou da não-honestidade.


Sem a honestidade podemos jogar a chave deste país no lixo e pular do viaduto.


Já tivemos um milhão de governantes, de todas as esferas, e de instituições de toda a ordem, praticamente todos pilantras e ladrões.


No meio desta horda de facínoras existiram senhores brilhantes, verdadeiros professores de Harvard.


Brilhantes e cativantes, mas ladrões e corruptos.


Davam dinheiro para a imprensa, compravam a opinião de todos, surrupiavam verbas de construções de hospitais que sem serem construídos não poderiam dispor de leitos para salvar vidas do Covid em 2020, 2021...


Neste dia 1º de janeiro milhares de políticos estão assumindo seus cargos por esse Brasil afora e é necessário que tenhamos conosco que a única coisa que importa é se são, ou se não são honestos!


Isto porque com honestidade pode-se tudo, mesmo sem aparentemente nada, e sem ela pode-se nada, mesmo com “tudo”!






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