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América tem seu dia de Venezuela.

Por Walber Guimarães Junior, engenheiro e diretor da CIA FM.


A leitura preliminar nos informa que as saras winters americanas tem menos juízo que as brasileiras e, mais palatável para nossa compreensão, que as palavras do tutor tem mais força que seu súdito tupiniquim.

Triste fim de um mandato odioso. A bandeira dos confederados, símbolo do ódio racial e da discriminação irracional das minorias representa o pesadelo que se acometeu sobre a mais consistente democracia mundial. O epílogo, como numa grande produção hollywoodiana, ocorre no Capitólio para registro perene na memória dos democratas e nos que ousaram sufragar um radical obtuso nas urnas que definem os rumos de uma nação.

Uma resposta notória, talvez pelo atalho oferecido pela emenda 25, que o impeça de finalizar o mandato e resgate a força da democracia americana, poderia ser um ato digno a ser exercido por democratas e republicanos não contaminados pelo vírus da irracionalidade.

O peso da cultura americana, por tudo que evoca da alma de milhões de olhares atentos pelo mundo, precisa de uma resposta pontual para que, eternamente, possamos definir uma linha divisória dos países civilizados das republiquetas insanas, algumas apenas vítimas circunstanciais de escolhas mal sucedidas.

Importante resgatar boas lições do episódio. A força das instituições precisa se sobrepor as deficiências de sua composição temporal, o respeito precisa ser direcionado ao coletivo e, jamais, aos indivíduos que cumprem quarentena funcional.

Projetar ações para que, desta vez, o exemplo americano não contamine macacos de auditório que adoram abanar as bolas do Tio Sam e agir com rigor para que destemperos ocasionais sejam punidos e condenados pontualmente para que não se tornem comuns e aceitáveis pela repetição de um padrão comprometedor que suaviza o terror que pode ser consequência do conjunto da obra.

Por fim, torcer que os “300” americanos, a exemplo dos tupiniquins, percebam com urgência que seu ídolo é de barro.


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