A polarização que ameaça o Brasil.

Por Walber Guimarães Junior, engenheiro civil e diretor da CIA FM.


Posto a imagem acima para embasar o raciocínio que já desenvolvi nas redes sociais.

O JB é louco mas não burro e além disto muito bem orientado. Muitas das suas presepadas já programadas em detalhes pelos seus mentores, nada é gratuito e nisto ele repete muitas lideranças de diversas matizes e lugares.

É comum em campanha, candidatos locais abraçarem velhinhas e levantarem crianças no colo para proporcionar ótimas fontes e matérias simpáticas. Nem sempre é espontâneo, muitas vezes o marqueteiro pediu e, se acontece até com candidatos a vereador, imagine com presidentes.

Quando JB pragueja e fala suas asneiras, ele marca território e cria identidade cada vez mais forte com seu público e, para consumo externo, favorece quem lhe confronta com força, neste caso, a outra ponta, o PT, como mostra a postagem da foto.

É sua melhor aposta porque leva vantagem no pé direito da candidatura, piso e teto bem mais distante que o concorrente. Lembre-se que só o PT supera sua rejeição.

Se persistir o bom senso, minha leitura, a tendência natural de se buscar o consenso, qualquer nome, talvez menos Doria, pode construir uma avenida pra 22.

A estratégia é do Bannon, uma das maiores feras do mundo em estratégia eleitoral, e segue as linhas gerais das americanas de 16.

Gera identidade de um lado, reação do outro e crescimento das animosidades. Pode ser ruim para o país mas, eleitoralmente, é o melhor cenário.

Apenas para evitar as inevitáveis gracinhas e agressões gratuitas; jamais o Lula terá o meu voto.

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