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A escolha de Bolsonaro: o golpe de Estado ou ensanguentar as eleições de 22.

Por: Marcio Nolasco - Editor BN

"eu quero só deixar uma declaração profética pra vocês aqui...eu creio que virá tempo de benção e prosperidade para o Brasil" palavras de Bolsonaro em Manaus.


As polianas de plantão na internet, todas extremamente conhecedoras das questões políticas do Brasil, aliás, o Facebook e WhatsApp viraram faculdades de Analistas Políticos, nunca tivemos tantos mestres debatendo política como agora no país, essas polianas pregam a todo custo a vitória de Bolsonaro em 22.


Bolsonaro tem apenas 2 (duas) opções no momento, a primeira é continuar sendo assessorado por um estrategista em marketing político (ex de Trump) e ir em frente com seu modo radical de agir, mal educado, e confrontado as instituições como STF e TSE, e assim executar o tão sonhado Golpe de Estado após ter politizado as Forças Armadas com muitos milhões de reais. A segunda opção de Bolsonaro é ir para a campanha de 22 com seu batalhão de seguidores e confrontar o estado democrático de direito com uma campanha armada e ensanguentada nas ruas, manchando de vermelho o pleito eleitoral.


Bolsonaro com sua forma de agir em confronto às instituições e formando um exército de seguidores sedentos pela queda do estado democrático, trará para as ruas em 22 a campanha eleitoral mais violenta da história do Brasil República, desde sua independência política.


Em 2022 logo no início do ano, pelo que se comenta nos bastidores e em determinados grupos políticos na capital federal, e em outros grupos espalhados por vários estados brasileiros, a ordem é ganhar a qualquer custo, e como Bolsonaro já clama em alto som de voz "eu só saio do poder se Deus me tirar, e só morto...".

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