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A Educação está morrendo


Por Carlos Roberto Loreto


A educação está em processo de falência no mundo todo. Educar tem sido uma tarefa desgastante e pouco eficiente. Não por culpa dos educadores nem pela falta de limites dos jovens e crianças, mas por um problema mais grave que vem ocorrendo nos bastidores da mente humana e que os cientistas sociais e os pesquisadores da psicologia não estão compreendendo.


O ritmo de construção do pensamento no mundo moderno acelerou-se doentiamente, gerando a síndrome do pensamento acelerado. Essa síndrome faz com que eles procurem ansiosamente novos estímulos para excitar suas emoções e, quando não os encontram, fiquem agitados e inquietos.


As salas de aulas tornaram-se um canteiro de tédio e estresse em que os alunos não se concentram e têm pouco interesse em aprender. Os professores são como cozinheiros que elaboram alimentos para uma plateia sem apetite. Os conflitos em sala de aula estão fazendo os professores adoecerem coletivamente no mundo todo.


No Brasil, de acordo com pesquisa realizada pela academia de inteligência, 92% dos educadores estão com três ou mais sintomas de estresse e 41% com dez ou mais, dos quais se destacam: Cefaléia, dores musculares, excesso de sono, irritabilidade. Eles só conseguem trabalhar prejudicando intensamente sua qualidade de vida.




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