1 Ano de Covid-19 no Paraná


Após 1 ano da pandemia de covid-19 no Paraná, onde um vírus que apesar de invisível, trouxe impacto catastrófico a economia e a Vida paranaense de 399 municípios e de todo o mundo, precisamos observar e analisar os números, os gráficos e entender o que fizemos de certo e de errado na prevenção, cuidados e o que podemos fazer até que as vacinas cheguem a todos e restaure a nova normalidade.

Em Março de 2020, um ano atrás, o Paraná confirmava seus primeiros casos de covid-19 e a pandemia iniciada na Ásia, espalhada pela Europa, tão distante nas mídias de TV e Internet agora estava e está ao nosso lado.

Hoje, um ano depois, temos mais de 840728 casos confirmados conforme dados oficiais da SESA PR (Secretaria Estadual de Saúde do Paraná) e 16600 falecimentos de paranaenses. Homens, Mulheres, Filhos, Pais, Mães, Avós, Avôs, Amigos e Profissionais que fazem muita falta... Não são nem nunca serão números, são parte eterna de nós!

Como podemos observar nos gráficos, até Novembro de 2020, nove meses do início da pandemia em todo o Paraná, nossos números de contágios e falecimentos eram crescentes, porém estáveis. Entretanto, após o mês de Finados e também das Eleições Municipais a Prefeitos e Vereadores, os casos confirmados de covid-19 e falecimentos por sua causa entraram em muito forte aceleração.

No ano de 2020, de Março a 31 de Dezembro, em 10 meses, somamos 413412 casos e 7912 falecimentos. Já em 2021, em apenas 3 meses (Jan+Fev+Mar) somamos mais 427316 casos alcançando então 840728 casos confirmados, uma aceleração de +203%, ou seja, mais que dobramos o valor de 10 meses em apenas 3...

Situação ainda mais grave quando analisamos os óbitos que eram 7912 em Dezembro de 2020 com 10 meses de pandemia em Cianorte e em 3 meses de 2021 elevamos os falecimentos em +209% chegando a 16600 óbitos hoje (31/3/21)...

Tragédia ainda maior quando observamos as filas de pacientes esperando vagas em UPAs, enfermarias e UTIs de hospitais, faltas pontuais de oxigênio e a avassaladora taxa de 25% de óbitos dos internados em UTIs e 80% de óbito dos intubados...

Não há receita milagrosa nem tratamento precoce como o desespero de tamanha tragédia insiste em espalhar. A prevenção mais fácil é o distanciamento físico, uso de máscaras, lavar bem as mãos com água e sabão e/ou usar álcool em gel. Já a solução definitiva é a Vacinação!

Que os governos municipais, estaduais e federal deixem as ideologias e disputas políticas pra depois da Vacinação em massa da Nossa Gente e somem esforços na Sinergia das Vacinas. Afinal, só há economia, lucro e eleições com pessoas Vivas. Apenas as Vacinas vão Salvar Vidas e a Economia!

Previna-se, Cuide-se, Vacine-se!

@profsta #profsta